segunda-feira, 20 de junho de 2011

Finalmente a etapa da monografia da pós acabou, pelo menos a parte de escrevê-la, receber nota já são outros quinhentos.
Não doeu e não foi tão ruim quanto eu esperava.
Meu orientador (que parece ser mais novo que eu) não foi medonhamente preconceituoso como eu imaginava.
Ele foi simples, solicito, objetivo, cheio de ideias e um pensador no direito puro constitucional como eu precisava.
Agora só me resta aguardar pela correção e por uma nota linda e merecida.
Beleza de etapa ultrapassada e gostinho de dever cumprido.
UFA!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Menos de uma semana atrás fui me reunir pela primeira vez com meu orientador da monografia da especialização.
Rapaz novo, acredito que mesma idade que eu, entretanto, alguns passos à minha frente no quesito "estudo", afinal ele já está prestes a apresentar a tese dele de doutorado na USP.
Minha monografia na faculdade foi sobre "a possibilidade jurídica de inclusão do parceiro homossexual como dependente no plano de saúde de seu companheiro", e tendo em vista o êxito obtido no desenvolvimento e apresentação desta, e também com a finalidade de me poupar tempo, resolvi mais uma vez escrever acerca de algum assunto que girasse em torno dos homossexuais.
Entreguei o projeto da monografia, tirei nove, fiquei feliz, mas, durou pouco.
Assim, que sentei naquela pequena salinha com meu novo orientador vi que enfrentaria problemas, porém, não sabia exatamente quais.
Durante a reunião, que não durou mais do que 15 minutos, escutei dele que ele não sabia exatamente porque essa coisa toda de "direitos homossexuais" e saí de lá me sentindo estranha, como se fosse um erro sabe levantar uma bandeira, mesmo que fosse através de um trabalho acadêmico.
Eu, sinceramente, não compreendi o que ele quis dizer com "não saber porque dessa coisa toda em torno dos direitos homossexuais, mas, para o bem das nossas reuniões e meu trabalho preferi dar uma chance ao rapaz e pensar que talvez ele tenha se expressado mal.
Pois bem, vim para casa e enviei a ele meu projeto por email como solicitado.
Como resposta recebi que seria melhor eu mudar meu âmbito de abordagem, inclusive me passando uma idéia excelente, escrever acerca da ADPF 178, que foi proposta por uma Procuradora Geral da República, com intuito de igualar as uniões homoafetivas às uniões heterossexuais, inclusive estendendo aos primeiros os direitos inerentes a estes últimos.
De cara peguei a idéia para mim e respondi que topava.
Claro que, mudar de idéia aos 48 do segundo tempo tem seus preço e cá estou com a incumbência de escrever novo esboço de projeto para este novo tema e apresentar até sexta, em nossa nova reunião, e ai sim iniciar a minha monografia.
Resumo da ópera, meu orientador parece ter se empolgado mais com meu novo tema e anda respondendo meus emails quase que instantaneamente.
Portanto, momentaneamente ele tem créditos comigo, e quem sabe ele não seja apenas um jovem CDF que não tem vida social e eu com minha monografia não possa ensiná-lo a enxergar além da teoria dos livros?Quem sabe ao final da nossa convivência de dois meses e pouco ele não esteja entendendo exatamente porque fala-se tanto em direitos homossexuais?
Eu, realmente, espero que sim.
Confesso, sou uma otimista, espero não terminar esta monografia como uma loser...


quarta-feira, 16 de março de 2011

Divagando...

Ao som de Beatles não são poucos os pensamentos "viajantes" que invadem minha mente.
Eu penso na minha namorada, esta semana fizemos quatro anos e cinco meses.
No quanto eu quero que chegue logo nosso dia de morarmos juntas...
Eu penso no quanto as pessoas no Japão devem estar perdidas e assustadas com tudo
o que aconteceu a eles nestes últimos dias.
Eu penso no meu trabalho, em como posso chegar mais rápido ao meu objetivo de 
ter uma vida estável e bem remunerada.
Eu penso nos meus amigos, em como certas horas sinto falta da presença de cada um deles
em minha vida.
Eu penso em como é bom ter uma presidente culta que afirma gostar de "devorar" livros e que sabe falar outras línguas além do português.
Ao contrário do analfabeto que as pessoas cansavam de chamar de "melhor presidente", que só sabia servir de palhaço da corte em encontros internacionais, que não sabia falar nem o inglês, que deixou um rombo bilionário em nossos cofres e que hoje cobra a bagatela de 200 mil por palestra (só não me pergunte o que ele diz nelas, deve ser uma stand up comedy).
E por fim, eu volto para a primeira música da pasta dos Beatles e escuto tudo novamente, deixando lugar para outros pensamentos "viajantes".




sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Nova História no ABCLés

Pois é galera...depois de seculos sem postar...volto para colocar o link da minha nova historia q esta sendo postada no ABCLés.
Não q n tenha tido mil ideias de posts...mas a vida corrida as vezes acaba fazendo a deixar algumas coisas de lado.
Que o ano de 2011 seja mais produtivo neste sentido...se bem q n posso reclamar...Disk-Amor anda caminhando mto bem.
Ai vai o link: http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=483


bjuss

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Sem eira nem beira, num rumo que parecia não levar a lugar nenhum.
Agora estou aqui ao seu lado seguindo adiante sem olhar para trás.
Perseguindo um objetivo, trilhando um destino em comum.
Esse mesmo destino que nos uniu assim tão sutilmente, agora ri conosco da tão bela história que fizemos juntas.
Cada sensação de vazio foi preenchida, cada onus de viver foi premiado com um bonus por estarmos juntas.
Não, meu amor, não há motivos para incertezas ou para duvidar de que fomos feitas uma para a outra.
As declarações de amor ao grande público podem não ser com a mesma frequencia, mas quem sabe não seja uma forma de preservar oq temos dentro deste mundo em que vivemos?

lovelovelove

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ponderar...ponderar

Eis que depois de quase quatro meses volto eu ao blog para falar de politica.
Como assim?Mas que assunto mais chato!
É, eu também achava que era, mas por motivos obscuros este ano me surgiu um interesse maior sobre o assunto.
Claro que ainda não entendo muita coisa, mas nunca pensei tanto em quem votar, no caso a dúvida se dirige aos dois candidados a Presidente, neste segundo turno.
Alguns dias antes do primeiro turno, eu, descaradamente critiquei a falta de caminho percorrido pela Dilma para chegar na posição que se encontra: candidata a Presidente do Brasil.
Como se não bastasse, ela pode vir a ser a primeira mulher a governar nosso país, e eu confesso, que morro de medo dela ser a primeira e última.
Isto, pelo fato de não acreditar na competência política dela, o que pode derivar do motivo que destaquei anteriormente: não ter parametros para comparar, no que diz respeito ao seu poder governamental.
Não que eu acredite que o Presidente realmente governe ou governe sozinho, mas ver um "laranja" assim tão descaradamente "plantado" para que o PT continue no poder, é algo que me intriga.
Do outro lado, vem a grande questão que está me fazendo ponderar tão gravemente sobre em quem votar: ela é a tal, no que concerne a uma possibilidade de nós, homossexuais, finalmente alcançarmos a tão sonhada igualdade de direitos.
E vislumbrar a simples hipotese de ter este direito de me unir a minha dignissima sem ter que entrar na justiça para resolver todo problema que tivermos, nossa, dá até uma coisinha boa aqui dentro.
Vamos ver...se até o dia da votação essa ponderação toda me leve a alguma conclusão, entretanto, é quase certo que a "coisinha boa aqui dentro" vença o receio de mais quatro (senão oito) anos de PT no poder.

domingo, 27 de junho de 2010

Flexibilidade

Por mais que as mentes impuras pensem na possibilidade de uma outra abordagem mais apimentada sobre "ser flexível", minha intenção é outra: falar sobre "ser flexível" no sentido de subserviência.
Sou daquele tipo de pessoa que entrava naquelas comunidades do orkut "Odeio Esperar" ou "Pontualidade Britânica", como se necessário fosse deixar o aviso: "Por favor não me deixei esperando".
Não sei exatamente por qual razão, talvez por cansar de me estressar com isso ou por namorar uma criaturinha fofa que adora se atrasar, com o tempo fui me tornando mais flexível com este aspecto na minha vida.
Antigamente, quando eu era mais nova, época de colégio, essas pessoas inimigas do relógio pareciam me escolher.
Certa vez, eu estava na sétima série, havia acabado de mudar de escola e nessa mudança reencontrei uma colega da época de quarta série da antiga escola. Imediatamente, aquele reencontro, foi suficiente para nos reaproximar e nor tornarmos melhores amigas.
Ela era um amor de pessoa e ainda nos falamos, mas tinha um traço característico que me matava: ela era e ainda é até hoje extremamente impontual.
Era semana de provas, teríamos texte de ciências no outro dia e eu, que sempre fui chegada a estudar um dia antes da prova, chamei essa minha amiga e mais uma outra colega de sala para estudarmos juntas na minha casa. Marquei duas horas da tarde, sentei na varanda depois de ajeitar o material que usariamos e fiquei esperando. Uma hora depois do marcado, comecei a ligar para casa dela, mas ninguém atendia, o que me fez pensar que ela já havia saido de casa. Entretanto, às seis da tarde, já tendo estudado e sem notícia das duas, resolvi  ligar para casa delas.
Na casa da minha amiga (Priscilla)  não encontrei ninguem, mas na casa da colega a empregada atendeu e disse que fulana (Michelle) havia acabado de chegar em casa. Michelle pegou o telefone e eu puta, mas beirando a preocupação, questionei aonde estava a Priscilla e porque as duas não haviam ido a minha casa.
Daí minha amiga pegou o telefone e foi explicar: "Ah, Paulinha, sabe o que aconteceu? Michelle passou lá em casa e me chamou para eu ir com ela no salão para ela cortar o cabelo antes de irmos para sua casa. Como achei que não fosse demorar muito, eu fui. Só que como ficou tarde acabamos vindo para casa dela comer alguma coisa".
Ao escutar isso eu xinguei as duas todinha no telefone e desliguei. Acho que passei um mês indignada com tamanha falta de compromisso, e olha que eu tinha 13 anos.
Pois bem, de lá para cá, depois de quase treze anos e de ter xingado algumas amigas, namorada e outras pessoas, resolvi tentar relaxar.
Claro que a minha ira vai crescendo a cada minuto esperado, mas hoje consigo não beirar o quase homicidio da pessoa atrasada.
Percebi que o negócio é relaxar e entrar na dança, por isso, tem vezes que eu em vez de me arrumar, sento no computador e jogo uma partidinha de buraco no megajogos antes de sair. Assim, se a pessoa se atrasar eu não vou estar plantada esperando a mil anos.kkkkkkkk.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

E se você pudesse escolher?

Há algum tempo venho pensando sobre uma afirmação bastante comum de se ouvir entre os homossexuais: "Se eu pudesse escolher eu seria hetero".
Pois bem, tal afirmação, no que tange a suposição de poder escolher, credita-se ao fato de que sexualidade se trata de uma orientação e não de uma opção.
Desde que me entendo por gente neste mundo gls em que vivemos, eventualmente, o assunto da escolha vem à tona. Assim, acabo por ouvir que muitos amigos meus, gays e lésbicas, se na hora que nascem viesse um cara (como em matrix) com uma pilula hetero e uma homo para você escolher, com toda certeza eles escolheriam a pílula hetero.
Logo nas primeiras vezes que escutei isso, minha única reação foi dizer que: "Se eu pudesse escolher eu seria do jeito que sou, homo". Mas agora tal afirmação da parte deles me incomoda. Talvez, eu não devesse me incomodar por tão pouco (será pouco?), mas o preconceito escondido por trás disto me arrasa.
Eu sei, eu entendo que ser homo no mundo heterossexual que vivemos significa carregar uma carga para muitos bastante pesada, no sentido de que a aceitação interna e externa nem sempre vem facilmente.
Mas mesmo passando por isso tudo acho que a pessoa poderia exaltar o mínimo de orgulho por ser quem ela é. E não passar por isso tudo e afirmar que preferiria fazer parte do lado preconceituoso (sem querer generalizar) da nossa história.
Beleza, compreendo que nascer, crescer, namorar, casar na igreja, ter filhos e etc é muitos mais fácil, sem ter que pensar em questões como: "Pq eu quero beijar minha amiga e não aquele cara que esta me olhando?", "Como vou fazer para contar para os meus pais que eu gosto de mulher?", "Eu amo minha namorada, mas andar de mão dada com ela no shopping significa ser alvo de olhares e risinhos", "A igreja condena minha união com minha esposa, o Estado mal mal me protege por meio de um contrato e a sociedade não quer que uma lei seja aprovada pq prefere continuar fazendo piadinhas homofóbicas", "Para ter filhos, ou eu adoto, ou eu arrumo um amigo viado ou eu pago uma clinica de fertilização", "Meus filhos vão sofrer preconceito na escola por ter duas mães".
Eu nunca fui de levantar bandeiras sabe, mas diante do que escrevi eu proponho: Vamos ter um pouco mais orgulho de nós mesmos?
Quem sabe assim, "batendo no peito" e dizendo que seu "gayproud" está em dia, e que você não guarda preconceito dentro de você mesmo por sem quer é, nós podemos levantar a cabeça e acabar com um pouco do preconceito que nos rodeia?
Consigo até escutar algum hetero de merda (como existem muitos por ai) dizendo: "como que esse viadinho ou essa sapatona quer exigir respeito se nem ele/ela mesmo (a) gosta de ser quem ele/ela é?". E pensar na possibilidade de escutar isso também me arrasa.
Acho que nos sobra porpurina e festas e nos falta um pouco mais de atitude individual, de orgulho individual.
Longe de mim querer transformar isso numa "guerra" entre heteros e homossexuais, pois acredito num estado democratico de direitos iguais a todos. Cada um no seu quadrado, sem querer usurpar do próximo aquilo que você tem à sua disposição. Conviver em harmonia, por mais utopico que pareça, seria o ideal, e é algo que jamais vou deixar de desejar.
Talvez eu quisesse que o mundo fosse como aquele parque que fui em Porto Alegre/RS (esqueci o nome), era domingo e todos pareciam conviver em harmonia, papai, mamãe, avó, avô, criança, jovem, namoradas, namorados, cachorro, papagaio, árvores, chimarrão. Completo êxtase da minha parte e dos meus amigos capixabas que comigo estavam, ao ver que duas meninas e dois meninos se agarravam freneticamente nas árvores e os únicos babacas que olhavam "abestados" eramos nós. kkkkkk.
Vamos que vamos!

sábado, 12 de junho de 2010

E a educação?

Antes de começar o post: Feliz dia dos namorados (as) para todo mundo!!!Em especial para minha namorada linda!Segunda fazemos três anos e nove meses!Te amo!
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Então que em pleno ano 2010 uma coisa que não muda é a falta de educação das pessoas.
Andei pensando sobre o assunto, não me recordo muito bem pq, e me veio um episódio que envolve não só a falta de educação mas aquelas outras coisas que normalmente vem acoplada a ela: falta de "desconfiometro", atitudes sem noção e desrespeito.
Não me lembro muito bem em que ano isso aconteceu, mas recordo que eu estava no ponto de ônibus indo para o treino de basquete da escola e depois para o treino da seleção capixaba.
Estava eu quietinha esperando o ônibus passar, vestia roupa normal de treino e acredito que eu estava com alguma camisa do time da escola, regata vermelha furarinha com meu numero atras, 14.
Um cara se aproximou e perguntou algo sobre o trajeto de algum dos ônibus que passavam ali, respondi e ele resolveu estender o assunto. Eu, muito simpática (pateta e heterossexual na época), deixei ele puxar assunto.
Cara chato: "que esporte vc pratica?"
Magic Paula: "basquete".
Cara chato: "em que time vc joga?"
Magic Paula: "Salesiano e Seleção Capixaba".
Cara chato: "e vc joga bem?"
Magic Paula *rindo timidamente*: "Acho que sim, afinal fui convocada para a Seleção".
Cara chato *sorrindo e falando ironicamente*: "Ah, mas isso não quer dizer nada pq eu já vi muita garota que jogava muito mal sendo convocada para a Seleção Capixaba".
Magic Paula *faz cara de indignada, espantada e desentendida depois de escutar tal afirmação*: "ah, ok."
O ônibus felizmente chega e eu entro nele e me livro do cara chato.
Tipos, cara mais maluco!!Como que ele chega me abordando, perguntando se sou boa jogadora para depois me dizer que provalmente sou uma merda?
Ele se deu ao trabalho de abrir a bosta da boca para falar besteira para outra pessoa. E aposto que ele não entendia nada de basquete e nem conhecia menina nenhuma que já foi convocada, para poder afirmar sobre a qualidade das mesmas.
É muita falta de educação mesmo!
Agora me diz se o "mundo vai para frente" sendo guiado por pessoas assim?
Impossível. Ou a gente se conscientiza ou vamos viver e morrer numa merda de sociedade.
Isso não é só nos diálogos não, o desrespeito para com o próximo é gritante a todo o momento, seja no trânsito, seja na fila de supermercado ou seja no elevador do prédio aonde você mora.
E não vai ser por meio da escolha dos nossos governantes que vamos ter respeito ensinado para o povo não, o caminho é inverso: é dentro de casa que você ensina para o seu filho isto. Criança mal educada que no meio do aniversário do amiguinho vai lá e pega docinho na mesa antes da hora e a mãe deixa é o adulto mal educado que passa na sua frente na fila do banco, na qual você está a duas horas e meia.
Se liga!!!

Obs: Magic Paula foi uma forma carinhosa e modesta de me auto denominar no diálogo acima, só mais uma das lembranças da época do basquete.rs.

domingo, 6 de junho de 2010

The Girl Next Door - Completo!

Então...demorou mas saiu o último capítulo do meu conto...
Vou postar o link geral...que direciona para o indice de todos os capitulos!!
Leiam e comentem!rs.
http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=325

Vou colocar tb o link do meu primeiro conto postado - Aquela Noite
http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=302


Bjusss

sábado, 5 de junho de 2010

Paciência

Exatamente a partir do dia de hoje faltam 30 dias pro meu niver (calma, n vou fazer contagem regressiva...não sou copa do mundo...rs).
E acho que na beirinha de completar 26 anos (como passa rápido meodeos!) posso afirmar q cansei de perder tempo com certas pessoas.
Em uma metáfora um tanto grosseira, comparo pessoas a produtos...
Já comprei tantos produtos importados e quanto me dei conta eram aquelas falsificações "bem feitas", ótimas para enganar o cliente, e nestes casos não há possibilidade de devolução #fail
Agora digo que para levar o produto para casa vou fazer o teste antes, cansei de ser enganada e perder meu tempo com pessoas que não são de verdade! #fake
Campanha pró pessoas de verdade! Tenho dito!

terça-feira, 1 de junho de 2010

O limite...

Por conta de umas conversas com uma "nova amiga" que também é do babado, mas que está apenas no ínicio dessa "vida", acabei por me lembrar de algumas coisas engraçadas ou curiosas do meu ínicio.
Depois de ter ficado com a primeira menina (que era minha melhor amiga na época) aos 17/18 anos, eu entrei na faculdade e nós nos afastamos um pouco e eu me vi ali no mesmo mundo hetero que sempre vivi, sem ter a mínima noção de onde encontrar garotas lésbicas ou por falta daquele amigo gay extremamente necessário neste momento, sem saber aonde ir (rs), assim sendo, continuei seguindo com a vida da forma que eu conhecia a tantos anos.
Passados uns três anos, depois de alguns meninos beijados e namorados, me vi acabando de terminar um relacionamendo de um ano com um cara que insistia em não aceitar o fato de eu dar um pé na bunda dele, e por isso ele resolveu me perseguir, me ameaçar, falar um monte, o que me fez ficar com medo, eu andava olhando pros lados, antes de descer do bus indo pro estágio ou pra facul eu olhava pra rua pra ver se ele não estava ali me esperando  (fora as vezes que meu pai me levava...rs).
Por causa disso, fui ficando em casa, não saia nos fds, pois os lugares que eu frequentava eram os mesmos que ele, e eu sob hipotese alguma queria encontrá-lo, e ficando em casa, um belo dia passeando pela interne, não sei pq raios decidi entrar no chat elas e elas do terra (velho conhecido de guerra das meninas...kkkkk...neh?).
Entrando no chat, conhecendo meninas, conversando daqui e dali, o que rola?troca de msn...e oq eu fiz?criei outro msn, era meu msn homossexual, já que eu possuia um heterossexual. Inclusive é o msn, o homo, que eu utilizo até hoje, o hetero morreu faz tempo.rs.
Acredito que o meu intuito ao fazer um novo msn para add as novas pessoas da minha vida, foi na verdade, me recriar, deixar pra tras aquela menina que não sabia exatamente aonde procurar pessoas semelhantes a si e correr pra bem longe da vida hetero que havia sustentado até aquele momento.
Não foi facil este período de transição, e não pq a "mudança" ocorria dentro de mim e sim pq alternar duas vidas é complicado, eu administrava dois msn, qd estava ali naquelas janelinhas do msn gay eu viajava em um mundo novo e depois fechava tudo e ia pra faculdade, encontrar meus amigos heteros, ver os caras me olhando, escutar as amigas falando do namorado.
E a verdade era que eu andava muito mais feliz no meu mundo cyber particular do que no mundo velho e real, afinal, aquelas pessoas que eu nunca havia visto na vida eram muito mais semelhantes a mim do que aquelas outras que conviviam comigo a um tempo.
Com o tempo, o msn hetero foi deixando de ser acessado, e eu fui deixando os garotos de lado, contei pra minha melhor amiga hetero na época sobre a minha sexualidade, viajei pra conhecer uma menina que eu conversava, encontrei uma colega da época de escola que era lesbica e sai com ela por aqui na minha cidade pras baladas gays.
Aos poucos, a minha descoberta de mim mesma foi deixando de ser apenas interior para se mostrar exteriormente, não que eu tenha gritado pros 4 cantos que eu enfim pegava meninas, mas poder afirmar pra mim e pra algumas pessoas que era isso que eu era, que eu sou, homossexual, foi fantástico.
O novo mundo que se abria foi se tornando comum pra mim, e acabou por se tornar parte do mundo em que eu vinha vivendo, deixando de ser duas coisas em separado, e por vezes, achar o limite entre os dois nas minhas atitudes e vontades foi complicado, afinal o que era comum e corriqueiro agora pra mim, pros meus amigos de antes não passava de algo alienigina.
Aprendi bastante nesta época, não a mentir, mas sim a revelar apenas as informações necessárias para meu convivio para com o próximo, afinal, o receio de ser alvo de comentários na faculdade principalmente pairava sob mim.
Enfim a faculdade acabou, tenho uma namorada mara, meus pais sabem de mim, já não ligo tanto pro que os outros vão achar, mas confesso que ainda tento administrar isso das informações, principalmente no ambiente de trabalho, pois o preconceito e pessoas ignorantes não morreram com o meu msn hetero...hehe.
Acho que depois de ter contado um tantinho de mim, posso afirmar que as coisas aconteceram da forma que tinham que acontecer e que apesar de ter sido um espaço de tempo ridiculamente sofrivel, aquele babaca ter me perseguido e ter me feito ficar em casa só me ajudou a me tornar a pessoa feliz que hoje sou.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

sexta-feira, 28 de maio de 2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

sábado, 22 de maio de 2010

The Girl Next Door - Cap. 1

Oh yeah baby...
postado o cap. 1 do meu conto "The Girl Next Door" no ABCLes...
Link: http://abcles.com.br/destaques/estreia-de-the-girl-next-door ou http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=325&chapter=1
Detalhe que só botei o primeiro link pq me amarrei na chamada que o site fez pra estreia do conto...hehe.

Obs: Eu babo mesmo...kkkk...não sei se sou somente eu a fazer isso...mas fico orgulhosinha e ver algo escrito por mim se tornar público assim....rs.
No mais, faz um agrado e deixa um comentário...nem q seja p dizer q não ficou tão bom assim...kkkkk.

Besos!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Preço da Traição

Semana passada fui ver o tão esperado filme "O preço da traição" e gostei bastante.
Ele seria um filme como qualquer outro, com uma boa história, boa trilha sonora, bom corpo artistico se não fossem as cenas "mágicas" e lésbicas protagonizadas por Julianne Moore e Amanda Seyfried.
Cenas estas que são de tirar o folego e deixar a plateia meio agitada, e foi o que aconteceu enquanto as duas se pegavam de maneiras pouco inocentes, começando com um carinho no braço, algumas palavras até a "grande cena"...kkkk.
Mas digo que apenas a simples menção das duas se pegarem já bastou para algumas pessoas que assistiam ao filme se alterarem, falando um pouco alto e talz...sendo que o ápice da "indignação" delas foi no momento em que as duas mulheres fazem sexo (digamos que explicito...rs), assim as mesmas pessoas que antes se sacudiram nas cadeiras, nesta hora soltaram uns gritinhos ou frases como "não acredito que paguei R$ 8,50 pra ver este filme".
Eu assisti calmamente o filme (e bastante concentrada até...kkkkkk) mas quando vi que mesmo com o final do mesmo as pessoas não paravam de falar me indignei. (calma, eu não dei uma de louca e sai gritando "fora homofobia", mas deveria!kkkk).
Aquelas reações me pertubaram mais do que imaginei...mas, depois de refletir cheguei a conclusão de que se deixar abalar por isto não vale a pena...entao, que gritem se esperneiem...e que se danem bem longe de mim!rs.
No mais, vejam o filme!vale a pena!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Imagens...

Estou eu "caminhando" pela net...
Eis que me deparo com a seguinte imagem:






Olhei...olhei mais uma vez...e constatei com a ajuda da descrição do link da foto que de fato se trata da nossa querida Shane (Katherine Moenning).
Preciso dizer que fiquei pensando "será que as duas se pegaram?"...kkkkkkkkkk.
Preciso de faxina nessa minha mente...ou não...kkk.

domingo, 9 de maio de 2010

Post da Mãe

E como não podia deixar de ser....
O parabéns para todas as mamães!!!
Especial pra minha...que neste ano que acabou de começar só me surpreendeu!
Quem anda lendo por aqui sabe so que estou falando...


Foto da nossa viagem em família pro Nordeste...
As mãos, minha e dela...jogando sementinhas da sorte em Maceió...

As mãos que sempre vão se colocar uma sobre a outra...
Apoiando-se em novos recomeços...
Já que inicio foi somente um...a partir daquele momento em que respiramos o mesmo ar...
Pequena sementinha dentro de ti...
Segurando também nestas mãos...
Para me tornar quem hoje sou...
Dona do coração que guardará um espaço eterno escrito Mãe.

Minha pequena homenagem!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Fervendo...

Minha cabeça está um vulcão...tanto que nem consegui cochilar aqueles minutos praticos na parte da tarde que tanto preciso...
Cabeça não parou de girar um segundo só!
Volta e meia me perco...volta e meia me encontro...
É coisa demais pra pensar e pra decidir....
Certas coisas parecem que não estão mais ao meu alcance...e olha que tenho só 25 anos (quase 26), e enveredar por caminhos desconhecidos e incertos profissionalmente dá um medo que só!
Hoje acordei reclamona...rs.