Pois é galera...depois de seculos sem postar...volto para colocar o link da minha nova historia q esta sendo postada no ABCLés.
Não q n tenha tido mil ideias de posts...mas a vida corrida as vezes acaba fazendo a deixar algumas coisas de lado.
Que o ano de 2011 seja mais produtivo neste sentido...se bem q n posso reclamar...Disk-Amor anda caminhando mto bem.
Ai vai o link: http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=483
bjuss
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Sem eira nem beira, num rumo que parecia não levar a lugar nenhum.
Agora estou aqui ao seu lado seguindo adiante sem olhar para trás.
Perseguindo um objetivo, trilhando um destino em comum.
Esse mesmo destino que nos uniu assim tão sutilmente, agora ri conosco da tão bela história que fizemos juntas.
Cada sensação de vazio foi preenchida, cada onus de viver foi premiado com um bonus por estarmos juntas.
Não, meu amor, não há motivos para incertezas ou para duvidar de que fomos feitas uma para a outra.
As declarações de amor ao grande público podem não ser com a mesma frequencia, mas quem sabe não seja uma forma de preservar oq temos dentro deste mundo em que vivemos?
lovelovelove
Agora estou aqui ao seu lado seguindo adiante sem olhar para trás.
Perseguindo um objetivo, trilhando um destino em comum.
Esse mesmo destino que nos uniu assim tão sutilmente, agora ri conosco da tão bela história que fizemos juntas.
Cada sensação de vazio foi preenchida, cada onus de viver foi premiado com um bonus por estarmos juntas.
Não, meu amor, não há motivos para incertezas ou para duvidar de que fomos feitas uma para a outra.
As declarações de amor ao grande público podem não ser com a mesma frequencia, mas quem sabe não seja uma forma de preservar oq temos dentro deste mundo em que vivemos?
lovelovelove
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Ponderar...ponderar
Eis que depois de quase quatro meses volto eu ao blog para falar de politica.
Como assim?Mas que assunto mais chato!
É, eu também achava que era, mas por motivos obscuros este ano me surgiu um interesse maior sobre o assunto.
Claro que ainda não entendo muita coisa, mas nunca pensei tanto em quem votar, no caso a dúvida se dirige aos dois candidados a Presidente, neste segundo turno.
Alguns dias antes do primeiro turno, eu, descaradamente critiquei a falta de caminho percorrido pela Dilma para chegar na posição que se encontra: candidata a Presidente do Brasil.
Como se não bastasse, ela pode vir a ser a primeira mulher a governar nosso país, e eu confesso, que morro de medo dela ser a primeira e última.
Isto, pelo fato de não acreditar na competência política dela, o que pode derivar do motivo que destaquei anteriormente: não ter parametros para comparar, no que diz respeito ao seu poder governamental.
Não que eu acredite que o Presidente realmente governe ou governe sozinho, mas ver um "laranja" assim tão descaradamente "plantado" para que o PT continue no poder, é algo que me intriga.
Do outro lado, vem a grande questão que está me fazendo ponderar tão gravemente sobre em quem votar: ela é a tal, no que concerne a uma possibilidade de nós, homossexuais, finalmente alcançarmos a tão sonhada igualdade de direitos.
E vislumbrar a simples hipotese de ter este direito de me unir a minha dignissima sem ter que entrar na justiça para resolver todo problema que tivermos, nossa, dá até uma coisinha boa aqui dentro.
Vamos ver...se até o dia da votação essa ponderação toda me leve a alguma conclusão, entretanto, é quase certo que a "coisinha boa aqui dentro" vença o receio de mais quatro (senão oito) anos de PT no poder.
domingo, 27 de junho de 2010
Flexibilidade
Por mais que as mentes impuras pensem na possibilidade de uma outra abordagem mais apimentada sobre "ser flexível", minha intenção é outra: falar sobre "ser flexível" no sentido de subserviência.
Sou daquele tipo de pessoa que entrava naquelas comunidades do orkut "Odeio Esperar" ou "Pontualidade Britânica", como se necessário fosse deixar o aviso: "Por favor não me deixei esperando".
Não sei exatamente por qual razão, talvez por cansar de me estressar com isso ou por namorar uma criaturinha fofa que adora se atrasar, com o tempo fui me tornando mais flexível com este aspecto na minha vida.
Antigamente, quando eu era mais nova, época de colégio, essas pessoas inimigas do relógio pareciam me escolher.
Certa vez, eu estava na sétima série, havia acabado de mudar de escola e nessa mudança reencontrei uma colega da época de quarta série da antiga escola. Imediatamente, aquele reencontro, foi suficiente para nos reaproximar e nor tornarmos melhores amigas.
Ela era um amor de pessoa e ainda nos falamos, mas tinha um traço característico que me matava: ela era e ainda é até hoje extremamente impontual.
Era semana de provas, teríamos texte de ciências no outro dia e eu, que sempre fui chegada a estudar um dia antes da prova, chamei essa minha amiga e mais uma outra colega de sala para estudarmos juntas na minha casa. Marquei duas horas da tarde, sentei na varanda depois de ajeitar o material que usariamos e fiquei esperando. Uma hora depois do marcado, comecei a ligar para casa dela, mas ninguém atendia, o que me fez pensar que ela já havia saido de casa. Entretanto, às seis da tarde, já tendo estudado e sem notícia das duas, resolvi ligar para casa delas.
Na casa da minha amiga (Priscilla) não encontrei ninguem, mas na casa da colega a empregada atendeu e disse que fulana (Michelle) havia acabado de chegar em casa. Michelle pegou o telefone e eu puta, mas beirando a preocupação, questionei aonde estava a Priscilla e porque as duas não haviam ido a minha casa.
Daí minha amiga pegou o telefone e foi explicar: "Ah, Paulinha, sabe o que aconteceu? Michelle passou lá em casa e me chamou para eu ir com ela no salão para ela cortar o cabelo antes de irmos para sua casa. Como achei que não fosse demorar muito, eu fui. Só que como ficou tarde acabamos vindo para casa dela comer alguma coisa".
Ao escutar isso eu xinguei as duas todinha no telefone e desliguei. Acho que passei um mês indignada com tamanha falta de compromisso, e olha que eu tinha 13 anos.
Pois bem, de lá para cá, depois de quase treze anos e de ter xingado algumas amigas, namorada e outras pessoas, resolvi tentar relaxar.
Claro que a minha ira vai crescendo a cada minuto esperado, mas hoje consigo não beirar o quase homicidio da pessoa atrasada.
Percebi que o negócio é relaxar e entrar na dança, por isso, tem vezes que eu em vez de me arrumar, sento no computador e jogo uma partidinha de buraco no megajogos antes de sair. Assim, se a pessoa se atrasar eu não vou estar plantada esperando a mil anos.kkkkkkkk.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
E se você pudesse escolher?
Há algum tempo venho pensando sobre uma afirmação bastante comum de se ouvir entre os homossexuais: "Se eu pudesse escolher eu seria hetero".
Pois bem, tal afirmação, no que tange a suposição de poder escolher, credita-se ao fato de que sexualidade se trata de uma orientação e não de uma opção.
Desde que me entendo por gente neste mundo gls em que vivemos, eventualmente, o assunto da escolha vem à tona. Assim, acabo por ouvir que muitos amigos meus, gays e lésbicas, se na hora que nascem viesse um cara (como em matrix) com uma pilula hetero e uma homo para você escolher, com toda certeza eles escolheriam a pílula hetero.
Logo nas primeiras vezes que escutei isso, minha única reação foi dizer que: "Se eu pudesse escolher eu seria do jeito que sou, homo". Mas agora tal afirmação da parte deles me incomoda. Talvez, eu não devesse me incomodar por tão pouco (será pouco?), mas o preconceito escondido por trás disto me arrasa.
Eu sei, eu entendo que ser homo no mundo heterossexual que vivemos significa carregar uma carga para muitos bastante pesada, no sentido de que a aceitação interna e externa nem sempre vem facilmente.
Mas mesmo passando por isso tudo acho que a pessoa poderia exaltar o mínimo de orgulho por ser quem ela é. E não passar por isso tudo e afirmar que preferiria fazer parte do lado preconceituoso (sem querer generalizar) da nossa história.
Beleza, compreendo que nascer, crescer, namorar, casar na igreja, ter filhos e etc é muitos mais fácil, sem ter que pensar em questões como: "Pq eu quero beijar minha amiga e não aquele cara que esta me olhando?", "Como vou fazer para contar para os meus pais que eu gosto de mulher?", "Eu amo minha namorada, mas andar de mão dada com ela no shopping significa ser alvo de olhares e risinhos", "A igreja condena minha união com minha esposa, o Estado mal mal me protege por meio de um contrato e a sociedade não quer que uma lei seja aprovada pq prefere continuar fazendo piadinhas homofóbicas", "Para ter filhos, ou eu adoto, ou eu arrumo um amigo viado ou eu pago uma clinica de fertilização", "Meus filhos vão sofrer preconceito na escola por ter duas mães".
Eu nunca fui de levantar bandeiras sabe, mas diante do que escrevi eu proponho: Vamos ter um pouco mais orgulho de nós mesmos?
Quem sabe assim, "batendo no peito" e dizendo que seu "gayproud" está em dia, e que você não guarda preconceito dentro de você mesmo por sem quer é, nós podemos levantar a cabeça e acabar com um pouco do preconceito que nos rodeia?
Consigo até escutar algum hetero de merda (como existem muitos por ai) dizendo: "como que esse viadinho ou essa sapatona quer exigir respeito se nem ele/ela mesmo (a) gosta de ser quem ele/ela é?". E pensar na possibilidade de escutar isso também me arrasa.
Acho que nos sobra porpurina e festas e nos falta um pouco mais de atitude individual, de orgulho individual.
Longe de mim querer transformar isso numa "guerra" entre heteros e homossexuais, pois acredito num estado democratico de direitos iguais a todos. Cada um no seu quadrado, sem querer usurpar do próximo aquilo que você tem à sua disposição. Conviver em harmonia, por mais utopico que pareça, seria o ideal, e é algo que jamais vou deixar de desejar.
Talvez eu quisesse que o mundo fosse como aquele parque que fui em Porto Alegre/RS (esqueci o nome), era domingo e todos pareciam conviver em harmonia, papai, mamãe, avó, avô, criança, jovem, namoradas, namorados, cachorro, papagaio, árvores, chimarrão. Completo êxtase da minha parte e dos meus amigos capixabas que comigo estavam, ao ver que duas meninas e dois meninos se agarravam freneticamente nas árvores e os únicos babacas que olhavam "abestados" eramos nós. kkkkkk.
Vamos que vamos!
sábado, 12 de junho de 2010
E a educação?
Antes de começar o post: Feliz dia dos namorados (as) para todo mundo!!!Em especial para minha namorada linda!Segunda fazemos três anos e nove meses!Te amo!
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Então que em pleno ano 2010 uma coisa que não muda é a falta de educação das pessoas.
Andei pensando sobre o assunto, não me recordo muito bem pq, e me veio um episódio que envolve não só a falta de educação mas aquelas outras coisas que normalmente vem acoplada a ela: falta de "desconfiometro", atitudes sem noção e desrespeito.
Não me lembro muito bem em que ano isso aconteceu, mas recordo que eu estava no ponto de ônibus indo para o treino de basquete da escola e depois para o treino da seleção capixaba.
Estava eu quietinha esperando o ônibus passar, vestia roupa normal de treino e acredito que eu estava com alguma camisa do time da escola, regata vermelha furarinha com meu numero atras, 14.
Um cara se aproximou e perguntou algo sobre o trajeto de algum dos ônibus que passavam ali, respondi e ele resolveu estender o assunto. Eu, muito simpática (pateta e heterossexual na época), deixei ele puxar assunto.
Cara chato: "que esporte vc pratica?"
Magic Paula: "basquete".
Cara chato: "em que time vc joga?"
Magic Paula: "Salesiano e Seleção Capixaba".
Cara chato: "e vc joga bem?"
Magic Paula *rindo timidamente*: "Acho que sim, afinal fui convocada para a Seleção".
Cara chato *sorrindo e falando ironicamente*: "Ah, mas isso não quer dizer nada pq eu já vi muita garota que jogava muito mal sendo convocada para a Seleção Capixaba".
Magic Paula *faz cara de indignada, espantada e desentendida depois de escutar tal afirmação*: "ah, ok."
O ônibus felizmente chega e eu entro nele e me livro do cara chato.
Tipos, cara mais maluco!!Como que ele chega me abordando, perguntando se sou boa jogadora para depois me dizer que provalmente sou uma merda?
Ele se deu ao trabalho de abrir a bosta da boca para falar besteira para outra pessoa. E aposto que ele não entendia nada de basquete e nem conhecia menina nenhuma que já foi convocada, para poder afirmar sobre a qualidade das mesmas.
É muita falta de educação mesmo!
Agora me diz se o "mundo vai para frente" sendo guiado por pessoas assim?
Impossível. Ou a gente se conscientiza ou vamos viver e morrer numa merda de sociedade.
Isso não é só nos diálogos não, o desrespeito para com o próximo é gritante a todo o momento, seja no trânsito, seja na fila de supermercado ou seja no elevador do prédio aonde você mora.
E não vai ser por meio da escolha dos nossos governantes que vamos ter respeito ensinado para o povo não, o caminho é inverso: é dentro de casa que você ensina para o seu filho isto. Criança mal educada que no meio do aniversário do amiguinho vai lá e pega docinho na mesa antes da hora e a mãe deixa é o adulto mal educado que passa na sua frente na fila do banco, na qual você está a duas horas e meia.
Se liga!!!
Se liga!!!
Obs: Magic Paula foi uma forma carinhosa e modesta de me auto denominar no diálogo acima, só mais uma das lembranças da época do basquete.rs.
domingo, 6 de junho de 2010
The Girl Next Door - Completo!
Então...demorou mas saiu o último capítulo do meu conto...
Vou postar o link geral...que direciona para o indice de todos os capitulos!!
Leiam e comentem!rs.
http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=325
Vou colocar tb o link do meu primeiro conto postado - Aquela Noite
http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=302
Bjusss
Vou postar o link geral...que direciona para o indice de todos os capitulos!!
Leiam e comentem!rs.
http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=325
Vou colocar tb o link do meu primeiro conto postado - Aquela Noite
http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=302
Bjusss
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